Ceia de fim de ano: Camarão ganha destaque em pratos principais

Ceia de fim de ano: Camarão ganha destaque em pratos principais

Seja para os apaixonados por frutos do mar ou até mesmo aqueles que desejam inovar nas ceias de fim de ano, o camarão tem se destacado e vem ganhando ainda mais espaço no menu do período mais festivo do ano. Com variedades em diferentes opções de entrada e prato principal, a iguaria pode ser oferecida das festas mais tradicionais ao jantar mais intimista. 

Para o Chef Luciano Ferreira, o camarão é uma ótima opção para a praticidade do dia a dia. “É possível encontrar pratos saborosos e fáceis de serem reproduzidos com o camarão como ingrediente principal. O alimento ainda harmoniza perfeitamente com diversos tipos de bebidas, agradando a todos os públicos”, enfatiza. 

O profissional lista ainda sugestões para a ocasião: “Para a entrada, receitas como coquetel, bruschettas, consommé e casquinha de camarão são indicadas. Para o pescado como estrela principal, opções de risoto, moqueca, moranga, bobó de camarão e filé de peixe ao molho de camarão garantem a saborosa refeição”. 

Outro fator que também contribuiu para a crescente procura por camarão é o valor mais acessível no mercado, comparado a outras proteínas. Em Fortaleza, enquanto o preço médio do quilo da carne chega a R$ 40,00, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) de outubro, o camarão tem metade do preço médio, podendo ser encontrado por até R$ 20,00 o quilo.

Segundo o diretor de insumos da Associação de Produtores de Camarão do Ceará, Sérgio Almeida, o incentivo à produção local também deve ser levado em consideração. “Atualmente, além de encontrarmos o camarão como alimento que gera maior economia e que é rico em diversas proteínas que beneficiam a saúde, é válido destacar que a maior parte desse consumo vem do trabalho dos pequenos e médios produtores rurais, que tiram o seu sustento através do cultivo de camarão no estado, potencializando ainda mais a nossa capacidade de produção na carcinicultura”, diz. 

Suyane Costa